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Atendimento humanizado de vítimas de estupro e violência doméstica deve chegar à Zona Oeste

A extensão do projeto Sala Lilás – que acolhe, no Instituto Médico Legal (IML), na Leopoldina, mulheres vítimas de estupro e violência – para a região da Zona Oeste do Rio (Campo Grande/Bangu) é a próxima meta da Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência, que é integrada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica (Coem). A rede de proteção às mulheres é formada por representantes de órgãos estaduais, como o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Polícia Civil, além de entidades como a OAB Mulher e Organizações Não Governamentais. “O Tribunal está trabalhando pelo fortalecimento dessa rede com o objetivo de combater a violência doméstica e dar melhores condições para o poder público atuar de maneira cada vez mais eficaz na redução da violência contra as mulheres”, afirma a juíza Adriana Ramos de Mello, titular do V Juizado de Violência Doméstica, instalado no Fórum Central, no Centro do Rio. A expansão para a Zona Oeste do serviço Sala Lilás é uma das medidas planejadas para o primeiro semestre. A região da Leopoldina é considerada estratégica no combate à violência doméstica em função da demanda naquela parte da cidade. Bangu, por exemplo, registrou praticamente o dobro de medidas de proteção a mulheres vítimas de violência (passou de 634, em 2016, para 1.294 no ano passado). Para a juíza Adriana Ramos de Mello, a Sala Lilás tem proporcionado maior visibilidade dos casos de violência para os profissionais de saúde, permitindo a articulação com as unidades de atenção primária em saúde e garantindo, assim, a continuidade do atendimento. O projeto de humanização do acolhimento às mulheres no IML, segundo a magistrada, qualifica o atendimento com a implantação dos protocolos de atenção à vítima de violência. Além da Sala Lilás, a Rede de Atendimento à Mulher em Situação de Violência conta com as informações disponíveis no Observatório Judicial da Violência contra a Mulher e do serviço do Cejuvida – criado em 2010 –, que encaminha as mulheres vítimas de violência doméstica para abrigos em locais sigilosos durante a noite. O Cejuvida funciona no Plantão Judiciário, no Fórum Central, das 18h até 11h do dia seguinte, recebendo vítimas de violência encaminhadas pelas 11 Delegacias de Atendimento à Mulher (Deams) de todo o estado. Além das Deams, compõem a Rede de Atendimento à Mulher os 11 juizados de violência doméstica, os Centros de Referência de Atenção à Mulher – dos governos estadual e municipais –, assim como duas casas-abrigo e ONGs. Foto: Divulgação/TJRJ
10/02/2018 (00:00)
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